A Estância

Na Campanha Gaúcha, trabalho e qualidade aliam-se aos valores da tradição. A fronteira, onde as trocas são cotidianas, transpõe-se de um conceito geográfico para um estilo de vida. Transforma legado em inovação.

Na Estância do Sossego, unir ousadia a valores familiares cultivados por gerações é um ofício natural. Até um dever de quem vive o ambiente fronteiriço multicultural, acostumado a buscar novos horizontes, mas dedicado a uma terra próspera.

Unindo dedicação familiar
à produção cuidadosa

É na estância, cuja data de fundação remete a 1924, que a família Ormazabal Moura consolidou o trabalho iniciado no século passado pelo patriarca Eustáquio Ormazabal, empresário ligado à pecuária e atento ao futuro. É um dos pioneiros do refino no Brasil, na década de 1930, uma época em que a extração do petróleo no país ainda nem estava no horizonte e automóveis já chegavam, exigindo a oferta de derivados. Explorar novos ideais está no DNA da família, que segue à frente dos negócios, agora assentados sobre dois pilares: a produção de gado Bradford - para remates e a criação de gado de corte, ambos com foco na excelência genética e das pastagens - e o cultivo de uvas viníferas, origem da Bodega Sossego, rótulos de vinhos e espumantes que priorizam as uvas Cabernet Sauvignon e Chardonnay da Estância.

A Família

Os Ormazabal têm em Uruguaiana as raízes do empreendedorismo. Sucessor do pai, Eustáquio, René Ormazabal manteve nas terras vizinhas à Argentina e ao Uruguai, na Campanha gaúcha, os negócios voltados à pecuária, apostando, à época, principalmente na produção de caprinos, dado à rentabilidade pela produção de lã. Eram outros tempos, e a tecnologia dos tecidos sintéticos acabou por arrefecer o fôlego do negócio - mas não o tino para alternativas consistentes. Na década de 1970, começava ali a criação do gado Bradford, cruzamento das raças britânica Hereford e a zebuína Brahman, o que ficou conhecido como gado Bradford brasileiro, ou Pampiano.

A origem

Com a morte de René, teve origem o Condomínio Sucessores de René Ormazabal, desmembrado em 2002, quando foi criada a Estância do Sossego, de Ana Maria Ormazabal Moura, uma das quatro filhas, casada com Bolivar Moura. Além do apego à tradição e à qualidade, a Estância Sossego herdou a identidade do ferrete escolhido por René Ormazabal e registrado em 1958. Hoje participa de remates e produz gado de corte, reconhecidos pela excelente genética em negócio capitaneado pelo genro de Ana Maria e Bolivar Luciano Dornelles de Dorneles. Excelência é o que busca também a Bodega Sossego, de onde vêm os vinhos Campaña e o espumante Camp4ña, castas com toques exclusivos do terroir local e caráter bastante pessoal, como tudo o que é produzido pela família. As uvas, Cabernet Sauvignon e Chardonnay, são as preferidas de Bolivar Moura, que importou as primeiras mudas em 2004, da França.

Tradição de pai para filho

O filho, René - o mesmo nome do avô materno -, é o responsável pelo desenvolvimento da vitivinicultura, um desejo concretizado ao saber que do hobby do pai em plantar as uvas viria um grande projeto. René se preparou para assumir o desafio: na Inglaterra, cursou o MBA em Wine Business Management, pelo Royal Agricultural College e, depois da conclusão, trabalhou com vinhos na capital britânica, onde mergulhou de vez na variedade do mundo do vinho e também conheceu as tendências deste mercado. Para deixar claro o compromisso com a qualidade, de geração a geração, a Bodega Sossego exibe orgulhosa a marca da Estância. Identidade que traduz exclusividade.

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